"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato...

Ou toca, ou não toca." (Clarice Lispector)
"Eu me recuso a ser sócio de qualquer clube que me aceite como sócio." (Grouxo Marx)
"Repara bem no que não digo." (Leminski)
"Meu epitáfio será: Nunca foi um bom exemplo, mas era gente boa" (Rita Lee)

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essa metamorfose ambulante...

segunda-feira, 22 de junho de 2009

MerdasAcontecem.

Pra que dar o melhor de si ? Por que, por qual motivo significativo ? O mundo... não, não o mundo; as pessoas, que nele se abrigam, são tão incertas, contraditórias, falsas, mentirosas, enganosas, tão estúpidas. Cuspo nelas. Vomito nelas todo o meu suco gástrico. Por dentro, elas fedem tanto quanto por fora, gentinha fétida e altamente ignorante. Pra que existem ? Já que estão aqui (infelizmente), se matem. Eu suplico. Deixem-me viver bem, feliz (o quanto possível), deixem-me respirar, respirar o mais límpido dos ares, as mais doces brisas, deixem-me ter/sentir o prazer de viver a vida, eu sou jovem (e mesmo que não fosse, é um direito, até "carinhas" sujos, imundos e pútridos, como Hittler, usurfruíram deste direito, Bush também, esse safado, salafrário, até mesmo o doador do esperma que serviu para dar uma "mãozinha" para gerar essa porra de Ágata, sim até meu pai já usurfruiu desse direito, aliás, ele usou e abusou dele; pensou que era produto da C&A , HSIOAHSAHSOAHOSIOIOAS). Eu sou jovem, graciosa e inteligente, portanto, tudo quero, tudo posso; inteligência (como diz Hercules, meu professor de português) é algo perigoso, de extremo valor, pois sim, significa poder. Eu sou jovem, tenho dezesseis anos e posso, sem sombra de dúvidas, odiar meu pai (com motivos, bons), minha mãe - a que mais preza por mim... em parte dos casos, burramente... mas mãe é mãe... felizmente só temos uma HAHAHA, felizmente duas vezes, pois a minha não se chama esperança (pelo o que dizem é a última que morre) ! -, (mesmo se não tivesse motivos, bons ou ruins), odiar minhas irmãs (e por que não ?), posso odiar até mesmo o cachorro da minha vizinha (que aliás, é um cocker spanil que tem os pêlos da cabeça mais estilosos que eu já vi, é um moicano, hora está tingido de vermelho, outra de roxo).
As vezes eu tenho uma vontade imensamente insuportável de seguir desvairada por ai, fazendo todas as coisas quanto possíveis, sem pensar, ser loucamente irracional, inconsequente de todas as maneiras, em todos os sentidos, dos mais imaginados e jamais imaginados também. As vezes desejo loucamente em surtar de vez, pirar bruscamente - resgistre isso que "eu tô dizendo" -, um dia, que não está longe, eu vou me perder em mim.
Por que quando mentimos parecemos estar sendo verdadeiros, e quando usamos da verdade soamos tão pérfidos (?)... Pelo menos mentindo todos acreditam, ninguém nos julga, nos crucifica.
Quando estamos bem, todos ficam a nos rodear, como se estivessem a espera de algo, daí que quando nós começamos a cair, a definhar (seja psicológica, fisica, mental, finceiramente, o que for), elas (essas pessoas, interesseiras, diga-se de passagem), vão se dispersando, uma a uma (talvez em bandos... mas isso não vem ao caso) justamente quando o que tinhamos já não existe, essas pessoas bondosas... Amigas, já estão bem longe. É quando nós caimos por terra, total e deliberadamente, bem nessa hora em que precisamos de apoio, de um alicerce, é que ninguém está mais conosco, é quando (mais) precisamos, que ninguém nos auxilia. É foda. Um BANDIFILHODAPUTA (junto mesmo).
Obs.: Eu não sou feliz D:
Minha vida está aí e não é a toa, provavelmente é para algo, certo ? O que eu posso fazer, seja bom ou ruim, não importa. Desde que seja I N E S Q U E C Í V E L.

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